
Encerrando a primeira semana de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, os candidatos ao governo de Mato Grosso adotaram estratégias diferentes para conquistar o eleitor. Enquanto Natasha Slhessarenko (PSD) concentrou o discurso em críticas à atual gestão, Otaviano Pivetta (Republicanos) apostou na apresentação de obras e ações realizadas durante os oito anos em que esteve ao lado do ex-governador Mauro Mendes (União). Já Wellington Fagundes (PL) dedicou o programa ao combate à violência contra as mulheres.
Natasha abriu o programa destacando a força econômica de Mato Grosso, mas questionou se o crescimento da arrecadação estaria chegando à população.A candidata utilizou relatos de moradores sobre dificuldades na saúde, principalmente para conseguir consultas e exames, além de mencionar problemas relacionados à segurança pública.
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Na sequência, apresentou como alternativa ao atual modelo de gestão. Disse que sua experiência como empresária a preparou para administrar recursos, estabelecer prioridades e cobrar resultados.
Otaviano Pivetta adotou uma linha mais positiva e buscou associar sua candidatura aos resultados do período em que participou da gestão Mauro Mendes. A propaganda afirma que, em oito anos, Pivetta e Mauro realizaram obras e ações que transformaram diferentes regiões do Estado. Entre os exemplos citados estão o programa de pavimentação, a conclusão do Hospital Central e programas habitacionais que, segundo a propaganda, beneficiaram mais de 40 mil famílias.
A propaganda destacou ainda experiências de Pivetta como prefeito de Lucas do Rio Verde, associando a ideias como prosperidade, desenvolvimento e trabalho, além de defender a continuidade dos investimentos em infraestrutura e saúde.
Wellington Fagundes escolheu a violência contra a mulher como principal tema do programa. A propaganda começa destacando os impactos dos assassinatos de mulheres sobre filhos e famílias e apresenta a segurança feminina como uma das prioridades de um eventual governo.
Entre as propostas apresentadas estão a criação da Secretaria da Mulher, a ampliação da Patrulha Maria da Penha e a oferta de atendimento psicológico e assistência social para vítimas de violência em Cuiabá e no interior.
Fagundes também prometeu criar o Programa Recomeço, com medidas de apoio econômico para mulheres vítimas de violência, incluindo estímulo ao emprego, microcrédito e, quando necessário, auxílio-moradia temporário.
Na segunda parte do programa, a campanha mudou o foco para a disputa eleitoral e apresentou pesquisas de intenção de voto que colocariam Fagundes na liderança.

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