
O ex-secretário de Fazenda de Cuiabá, Antônio Roberto Possas de Carvalho, negou que tenha deixado um legado maldito no município, frente às acusações do atual prefeito, Abilio Brunini (PL), de que herdou a Prefeitura com um rombo de quase R$ 2 bilhões em dívidas. Fiscal de tributos do Estado aposentado, economista e advogado, ele foi nomeado pela prefeita de Várzea Grande Flávia Moretti como secretário municipal de Administração .
Durante cerimônia de posse, foi questionado sobre as reclamações de Abilio sobre desastre financeiro existente na Capital. Em sua defesa, justificou que Abilio inclui na conta dívidas de precatórios de inúmeras gestões, decorrentes de processos judiciais transitados em julgado, ou seja, não seria uma consequência provocada exclusivamente por Emanuel.
Secom-VG
“A dívida de Cuiabá é o seguinte, só de precatório tem quase R$ 1 bilhão e isso aí não é da gestão de um prefeito só. É uma coisa que vem dos últimos 20 anos. É o mesmo caso de Várzea Grande. É por isso que esse endividamento da prefeitura de Cuiabá é tão alto. Do período mesmo [Gestão Emanuel Pinheiro], foram feitos R$ 650 milhões de empréstimos e foi quitado também. Então, o que cresceu na dívida são os precatórios”, argumentou.
O ingresso de Possas na gestão de Flávia foi motivo para o ex-prefeito Emanuel alfinetar as duas gestões do PL em Cuiabá e em Várzea Grande. Para ele, a narrativa de críticas contra sua gestão cairia por terra, diante da posição de Abilio e Flávia, de recorrerem à sua equipe financeira para salvá-los.
Segundo Emanuel, sua gestão não teria sido tão ruim como pregado pelos adversários do PL. A fala do emedebista foi feita ao , sinalizando a continuidade do servidor de carreira Éder Galiciani no cargo de contador-geral do Município com Abilio e Possas, agora, com Flávia.
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