
A candidata a vice-governadora Gisela Simona (União) negou ter declarado apoio e pedido voto ao candidato ao Senado Antônio Galvan (Avante), conhecido por minimizar o feminicídio e criticar leis específicas para o crime. Simona afirmou ter feito apenas um gesto público para retribuir o apoio do empresário à chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos) e que, apesar de ter sido gravada chamando Galvan de “nosso futuro senador”, seus candidatos ao Senado são Mauro Mendes (União) e Margareth Buzetti (PP), ressaltando que discorda totalmente de Galvan sobre o Pacote Antifeminicídio.
“Primeiro, eu não declarei apoio ao Galvan. Eu tenho muito claro: meus senadores são Mauro Mendes e a senadora Margareth Buzetti. […] Existe, sim, um gesto de retribuição ao apoio que ele dá à nossa majoritária, com relação a apoiar Pivetta para governador. Isso a gente reconhece e agradece ao Galvan. Não concordo com o pensamento dele quando ele fala contrário ao Pacote Antifeminicídio. Pelo contrário, todos aqui sabem, e é público e notório, a minha luta para aprovar o Pacote Antifeminicídio na Câmara dos Deputados”, declarou a candidata.
Tem cara de apoio, cheiro de apoio, mas não é apoio, nem pedir voto. Quem viu o vídeo entendeu errado. Não é a primeira vez que a candidata se alia “ao inimigo” para tentar vencer. Em outras vezes, ela perdeu.

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