Vereador de VG nega blindagem de Feitoza e alfineta CRM: “Erro processual”

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O vereador por Várzea Grande, Bruno Rios (PL), negou blindagem do colega de parlamento, Kleberton Feitosa (PSB), acusado de invadir áreas restritas do Pronto-Socorro Municipal (PSMVG), além de filmar, constranger e difamar uma médica que atendia no local. O Conselho Regional de Medicina (CRM-MT) pediu a cassação de Feitoza , contudo, a Câmara de Várzea Grande rejeitou a abertura de Comissão Processante .

Em visita Grupo e entrevista ao Rdtv Cast, Bruno tratou de alfinetar o CRM, sinalizando que houve erro na denúncia e comentou que a Câmara deve enviar uma cópia do regimento interno para o presidente do Conselho, Diogo Sampaio, sob a justificativa de que o processo não poderia ser aberto por uma pessoa jurídica, apenas por um “eleitor” – pessoa física.

“Não que deva ou não [investigar]. Toda conduta é possível de apuração, mas tem vir aos moldes da forma correta. Acredito que a maneira errônea que foi protocolado a representação, é visando trazer mais caos”, iniciou ele. Annie Souza/Rdnews

O vereador por Várzea Grande, Bruno Rios, durante entrevista à jornalista Greyce Lima no Rdtv Cast

“Fazer justiça é a medida nem a mais e nem a menos, é o justo. Então, a gente precisa ser justo no que tange o procedimento legislativo, em relação à apuração dos fatos. É representado pela médica, ela mesma faça, tanto é que já solicitamos que seja entregue ao presidente do CRM uma cópia do regimento interno, para estar amparado em todas as normativas, para que faça a representação de maneira correta”, emendou.

O parlamentar do PL sustentou que o rito processual não poderia ser atropelado, caso contrário, poderia ser judicializado em caso de cassação ilegal de um vereador. Ele endossou que a médica supostamente atacada poderá formalizar nova denúncia, e assim, poderá ser dado início a uma investigação.

“Não posso fazer um processo de maneira errônea, tanto é que não foi entrado no mérito. Houve uma análise de admissibilidade e isso exige uma pessoa competente para representar, no caso, um eleitor, mas não foi, foi o CRM. Então, o que acontece: caso a médica que fora atacada, faça a representação, pode fazer e será acatada. Não pode ela como ofendida ser representada pelo CRM. Até porque não foi algo do vereador contra ao CRM, contra todos os médicos, foi um fato em relação há uma médica. Ele foi lá, procurou investigar uma médica”, argumentou.

Por fim, sinalizou que o agentes públicos, ao “exporem” cenários reais das unidades de saúde, acabam atraindo uma base. A exemplo disso, citou o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL), que possuía uma atuação “combativa” enquanto vereador e deputado federal: “Mostra para população a realidade. Hoje o celular se tornou uma arma política […] A população quer ver isso, tanto é que o Abilio é prefeito de Cuiabá”.

Confira, abaixo , a entrevista de Bruno Rios ao Rdtv Cast:

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Link da Matéria – via RD News

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