
O retorno de Margareth Buzetti (foto) ao PP deixa a superfederação batizada de Federação União Progressista com três pré-candidaturas ao Senado em MT, sendo elas da própria Margareth, que substitui no Congresso o licenciado e ministro da Agricultura Carlos Fávaro, o também senador Jayme Campos e ainda o governador Mauro Mendes, que vai renunciar ao mandato daqui a sete meses. Sabe-se que a prioridade da superfederação será a campanha de Mauro a senador. A outra candidatura da coligação pode ser encabeçada por Margareth ou por Jayme ou até por nome de outra legenda, a depender das composições majoritárias. De todo modo, a senadora hoje não tem respaldo nem das principais lideranças regionais do seu PP, como Blairo Maggi, Cidinho e Eraí Maggi, para poder entrar no projeto de reeleição. No fritar dos ovos, Margareth propaga que concorrerá à senadora mais para se manter no debate, acreditando que possa lhe sobrar alguma suplência, como na eleição suplementar de 2020, quando entrou de companheira de chapa de Fávaro.

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