
Ao defender a liberação de armas, o delegado Flávio Stringeta disse que trabalha na segurança e “não confia na segurança pública para me defender”. A frase foi dita em conversa de WhatsApp em debate sobre liberação ou não de armas e o tipo.
Em seu argumento, o policial ainda disse que “a maioria dos feminicídios ocorre com facas e não há campanha para acabar com facas”.

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