
Sete adolescentes, com idades entre 15 e 17 anos, foram detidos, na manhã desta quarta-feira (06), suspeitos de agredir brutalmente um colega, de 15 anos, no banheiro da Escola Estadual Antônio Epaminondas, no bairro Lixeira, em Cuiabá. O espancamento com socos, chutes e pauladas só cessou após uma professora intervir.
A Polícia Militar foi acionada após denúncia de uma briga generalizada na unidade escolar. No local, os militares foram até a coordenação, onde estavam todos os envolvidos, cujos pais já haviam sido contatados para que pudessem acompanhar os filhos à delegacia.
Reprodução
Em relato, a vítima disse que entrou no banheiro da escola e se deparou com as luzes apagadas, então as ligou. De imediato, um dos suspeitos ordenou que o adolescente apagasse as luzes novamente, ao que a vítima rebateu dizendo que precisava escovar os dentes.
Ainda de acordo com a vítima, esse teria sido o motivo das agressões, praticadas, segundo ele, pelos sete suspeitos, que iniciaram no banheiro com socos e chutes e até mesmo golpes com um pedaço de madeira, sendo que a briga já estava acontecendo no pátio da escola. Uma professora presenciou a situação e interveio para que a briga acabasse.
Os envolvidos foram encaminhados à Central de Flagrantes, acompanhados dos respectivos responsáveis, sendo que, posteriormente, o advogado de um dos adolescentes se apresentou na unidade policial.
Outro lado
Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou que desde o primeiro momento foram adotadas medidas para garantir a segurança da vítima e que os pais e responsáveis dos envolvidos foram convocados imediatamente para acompanhar o caso e realizar o registro do boletim de ocorrência.
“A Gestão Escolar informou o fato ao Conselho Tutelar solicitando acompanhamento das famílias dos jovens envolvidos, além das medidas pedagógicas, psicossociais e institucionais para o devido enfrentamento do caso no ambiente escolar”, diz trecho da nota.
A Seduc afirmou ainda que a escola possui uma professora Mediadora Escolar e conta com o apoio da Equipe Psicossocial da Diretoria Metropolitana de Educação, que diante do relato de violência, desenvolverá as seguintes ações: Acolhimento do estudante e de sua família; Realização de rodas de conversa com a turma; Palestra educativa abordando violência e bullying; Registro das ações em ata e encaminhamento da vítima ao CAPSi para acompanhamento especializado;
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