
A investigação da Polícia Civil a respeito da identificação de um dispositivo encontrado no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), concluiu que não se tratava de uma escuta ilegal, mas de campainhas sem fio de uso residencial.
A investigação teve início após varredura de rotina no local de trabalho da prefeita, quando o equipamento gerou desconfiança nos guardas municipais. Com a divulgação de supostos áudios de conversas da gestora nas redes sociais, de imediato especulou-se que se tratava de uma escuta clandestina.
O laudo pericial apontou que os dispositivos não têm a capacidade de realizar a captação de áudio, imagem ou dados do ambiente. Também não há capacidade para armazenamento de dados em grande volume.
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Diante dos resultados, o delegado Ruy Guilherme Peral da Silva, da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, deu por encerrada a investigação.
“Considerando que não há outras informações concretas acerca da suposta prática de atos clandestinos de captação ambiental no gabinete da Prefeitura Municipal de Várzea Grande, as diligências foram encerradas”, declarou o delegado.
Com o encerramento do caso, os autos foram enviados para a Procuradoria Municipal da cidade, que é o braço jurídico da administração local.

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