
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) demonstrou tranquilidade com a decisão do presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, de investigar as contas da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) após a denúncia do prefeito Abilio Brunini (PL) de que o ex-secretário municipal Amauri Monge teria superfaturado os contratos para compras de livros didáticos. Antes de trabalhar em Cuiabá, Amaury estava na Seduc.
“Eu acho que é um dever dele, é um dever dele fiscalizar o estado, fazer a fiscalização que achar conveniente, que achar importante. Acho que é o dever do presidente do Tribunal de Contas, não tem nenhum problema. Nós não temos nada para esconder. Nada. Se alguém fez coisa errada, que pague pelo erro. Eu não tenho nenhuma preocupação com isso”, disse Pivetta à imprensa.
A denúncia contra Monge ocorreu na quarta (27), quando Abilio disse que, após auditoria interna, identificou o pagamento de R$ 21 milhões por livros de baixa qualidade que teriam sido produzidos por meio de serviços de inteligência artificial, entre os anos de 2025 e 2026.

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