
A deputada federal eleita Professora Rosa Neide (PT) disse que o eleitorado que não foi votar no primeiro turno ficou assustado com o resultado do primeiro turno e está, em sua maioria, migrando para a candidatura de Luís Inácio Lula da Silva (PT). A fala, feita ao , é a leitura que ela faz, a partir de pesquisas internas, para o crescimento do candidato à reeleição na disputa presidencial.
“Olha, a expectativa é muito boa, a gente tem acompanhado os trackings nacionais, a gente já sabia desta evolução, a partir do momento em que a juventude foi para a rua, que as pessoas se assustaram”, disse a deputada, que afirmou acreditar q eu a democracia no país se Lula não sair vitorioso no dia 25 de outubro.
“Então, a população brasileira está tomando consciência. Inclusive, as pesquisas mostram que 70% dos que não votaram dizem agora que, se fossem votar ou se forem, votarão no presidente Lula”, acrescentou, em referência às trackings, uma espécie de agregador de pesquisas que as campanhas usam para fazer uma leitura do cenário eleitoral.
Para Rosa Neide, o que as pesquisas internas têm demonstrado deu mais otimismo para os apoiadores do presidente Lula e fez com que a militância se engajasse na busca pelos votos dos indecisos e dos que não foram votar no dia 4 de outubro.
“Isso deu um ânimo muito grande, porque é dado de pesquisa, e as pessoas começaram a ir para as ruas, fazer o chamamento, e estão muito esperançosas de que as pessoas cheguem para votar e que o presidente continue presidente”, disse a deputada eleita.
Rosa Neide disse que serão realizadas manifestações em apoio à candidatura de Lula em todas as cidades de Mato Grosso. Em Cuiabá, onde o ato será na Arena Pantanal, estão em andamento conversas para que a ministra da Cultura, Margareth Menezes, esteja presente.
A estratégia agora é ir de casa em casa, nas regiões que tiveram os maiores percentuais de abstenção, para conseguir virar votos em benefício de Lula.
“Você tem os levantamentos já, urna por urna, quantos se abstiveram, e normalmente, próximo à urna, estão as pessoas que votaram ali. É aquele bairro, aquela comunidade. Então, nós estamos incentivando a visita casa a casa: você votou, não votei, então por que não votou? E a conversa não é para vencer ninguém, é para convencer, porque é importante continuar com esse projeto de Brasil”, concluiu.

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