Réu é condenado a 30 anos por matar rival no Shopping Popular

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Welinton Gabriel da Silva Lacerda foi condenado a 30 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato de Josionaldo Ferreira de Araújo, executado a tiros em 2022, dentro do Shopping Popular, em Cuiabá. A sentença foi definida pelo Tribunal do Júri da Capital nesta terça-feira (03), que também reconheceu a participação do réu em organização criminosa.

 

O homicídio aconteceu na noite de 19 de dezembro de 2022, durante o horário de funcionamento do centro comercial, diante de comerciantes e consumidores. O caso ganhou repercussão pela violência da execução em um dos principais pontos de comércio da Capital.

 

Conforme as investigações, a vítima foi morta em razão do suposto descumprimento de regras impostas por uma facção criminosa para a venda de cigarros contrabandeados no Shopping Popular.

 

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De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a execução foi planejada por integrantes da facção, que coordenaram a ação por meio de contatos entre os envolvidos, incluindo participantes que estavam presos. A vítima foi surpreendida pelos executores e não teve possibilidade de defesa.

 

Durante o julgamento, os jurados acolheram a tese apresentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues e reconheceram Welinton como responsável pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, além de organização criminosa.

 

Além de Welinton, foram denunciados Gabriel Mota Braga, Lucas Leonardo Padilha da Costa, Marcos Henrique Gomes de Miranda, conhecido como “Japa”, Alexandre Magalhães de Souza, Elton John Conceição da Silva, Bruno Fernandes de Souza Costa, o “Bruninho”, e Wenderson Santos Souza, que morreu durante as investigações.

 

Segundo a acusação, cada denunciado desempenhou uma função específica no crime. Bruno Fernandes de Souza Costa, conhecido como “Bruninho”, também foi condenado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá, em 18 de novembro de 2024, a 24 anos e quatro meses de prisão.

 

Os demais acusados ainda não tiveram suas situações definidas em julgamento definitivo, pois recorrem de decisões judiciais em instâncias superiores.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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