
O vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), tentou se esquivar de questionamentos sobre a necessidade de apresentar um projeto de lei para proibir atendimentos médico-hospitar a bebês rebor no sistema público de saúde da Capital enquanto existem outros problemas mais importantes. Neste cenário, alegou que vive em mundo globalizado e que é um parlamentar ativo. Ao tentar se defender, acabou expondo o governador Mauro Mendes (União Brasil) sobre as obras do BRT.
Câmara de Cuiabá/Montagem Rdnews
O parlamentar reconheceu que o tema sobre os bonecos de bebês hiper-realistas são discutidos nas redes sociais em âmbito nacional e que o objetivo também é discutir na Câmara de Cuiabá e expor o seu posicionamento. Ele manifestou que tenta abarcar e contemporizar os assuntos do momento e também temas reais, como a briga pela manutenção da Santa Casa e o BRT, que têm atrapalhado a cidade – endereçando críticas ao governador.
“A gente tem 27 vereadores. Eu tento fazer a minha parte. Tem discussões que eu penso em entrar, entrei esse dias no assunto do BRT, que está abandonado. Essa cidade está um caos e ano que vem o nosso governador está aqui pedindo voto para o Senado. Se ele tem esse compromisso com o Cuiabá, se ele quer voto de Cuiabá, ele tem que arrumar o BRT, todos os complexos viários, tem viaduto caindo na cabeça do cuiabano”, disparou.
Durante entrevista, Ranalli estava sendo enquadrado pela imprensa por surfar em mais um projeto que ressoa em nível nacional, desta vez, sobre os bebês reborn. Ele foi indagado se não seria melhor se atentar às demandas reais como a decisão do prefeito Abilio Brunini (PL), de fechar o acolhimentos às mulheres vítimas de violência doméstica nas UPAs Leblon e Verdão, centralizando tudo no HMC. Desta vez, o vereador mostrou contrário a decisão do prefeito.
Obra BRT
A obra completa do BRT era pra ter sido finalizada em 13 de outubro de 2024 e não ocorreu. O Governo do Estado de Mato Grosso decidiu rescindir o contrato com o consórcio responsável pelas obras do BRT, em Cuiabá e Várzea Grande. A decisão foi motivada pelo não cumprimento reiterado do contrato, cuja obra iniciou em 24 de outubro de 2022. Desde então, em abril deste ano, foi aberto um novo edital para nova contratação de empresas que assumiriam a obra do BRT. A obra foi orçada inicialmente em R$ 463 milhões.
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