‘Queremos justiça para todos’, cobra advogado de fazendeira

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“Maria Angélica ficou 30 dias presa injustamente e hoje não pode nem sair na rua, porque ainda fica aquela pecha de que seria a mandante de um crime”. A declaração é do advogado Eustáquio Neto, que defende Maria Angélica Caixeta, que foi suspeita de envolvimento na morte do advogado Roberto Zampieri.

 

A mulher tinha propriedade rural na cidade de Ribeirão Cascalheira e vendeu as terras. Contudo, houve desacordo comercial com o comprador e, na época, Zampieri era seu advogado, mas passou a defender a outra parte. Esta ligação foi apontada como motivação para o crime.

 

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Entretanto, após um mês da mulher detida em Cuiabá, ela foi liberada e a Polícia Civil não a indiciou por participação no assassinato por falta de provas.

 

“Hoje esperamos que seja feita justiça para todos, inclusive Maria Angélica”, disse o jurista, que acompanhou parte do júri popular dos réus pelo assassinato.

 

O defensor, a mulher tem dois filhos pequenos e a prisão causou forte abalo a toda a família.Conforme o advogado, Maria Angélica não conhece nenhum dos envolvidos.

 

O caso

Roberto Zampieri foi morto no dia 5 de dezembro de 2023, ao deixar seu escritório no Bosque da Saúde, em Cuiabá. Ele foi baleado e morreu ainda na calçada. São acusados pelo crime Antonio Gomes da Silva, que confessou o homicídio, Etevaldo Caçadini e Hedilerson Fialho Martins Barbosa, ambos negam qualquer participação. 

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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