‘Quem deve tem que pagar’, diz Wellington Fagundes ao garantir quitação de RGA

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O candidato ao governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), apresentou suas metas de gestão focadas na quitação da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos, no reforço do contingente policial para a segurança pública, no mutirão para conclusão de obras estaduais inacabadas e no fomento ao desenvolvimento econômico com redução da carga tributária.

 

Ao ser questionado sobre a cobrança da RGA dos servidores, acumulada em cerca de 20%, Fagundes comprometeu-se com o pagamento dos valores devidos e rechaçou a tese de que a medida inviabilizaria os cofres do Estado, criticando a recusa da atual gestão em negociar com a categoria.

 

“Claro que não vai quebrar. Tem recurso para isso. Olha, está muito claro, o que o governo gasta hoje é muito menos do que a lei exige, o teto da lei. Então, eu vou cumprir a lei, mas eu quero dizer, bem claro, vou pagar o RGA, porque quem deve tem que pagar”, defendeu durante sabatina no Jornal do Meio-Dia.

 

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O candidato explicou que a quitação não será feita em uma única parcela, mas sim por meio de um plano construído com diálogo contínuo junto aos sindicatos e inspirado no modelo de mutirão.

 

Já sobre a segurança pública e o combate à criminalidade, o postulante defendeu a presença ostensiva e o reforço nas tropas estaduais, associando o investimento operacional ao trabalho de inteligência preventiva.

 

“Hoje nós temos um déficit de 5 mil policiais nas ruas. […] Além de contratar, também valorizar o policial com salário digno”, afirmou, garantindo a correção salarial pela inflação.

 

Fagundes também apresentou como meta a conclusão de equipamentos e obras públicas pendentes antes do início de novos grandes projetos. O candidato apontou problemas na qualidade das infraestruturas rodoviárias do estado, classificando a gestão atual como “o governo do fazimento mal feito”.

 

“O meu governo de mutirão vai ser aquele de concluir as obras inacabadas. Além do servidor público, no primeiro ano, eu quero chamar todos os municípios, todas as prefeituras, todos os vereadores […] para a gente concluir as obras inacabadas. Começando pela creche, pela escola, pela saúde”, ressaltou. Gazeta Digital

 

 

Por fim, abordando o desenvolvimento econômico e o combate às desigualdades regionais, o candidato defendeu o incentivo à agroindustrialização articulado com o apoio ao pequeno produtor e ao comércio das cidades. Na visão fiscal, posicionou-se de forma contrária ao aumento de impostos.

 

“A carga tributária nesse país, eu votei contra, porque só querem, ó, apertar mais carga tributária em cima de todo mundo. Não tem quem aguente mais. […] Lá no Congresso Nacional e como governador, eu quero fazer justiça social e também justiça tributária”, concluiu.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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