
Vice-governador Otaviano Pivetta, que disputará Paiaguás, e governador Mauro Mendes, pré-candidato a senador
Confirmou-se o desfecho imaginado e traçado pelo Palácio Paiaguás sobre o que estaria reservado para Bolsonaro, acreditando num cenário eleitoral mais favorável rumo às urnas de 2026.
Condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro vai para a prisão em regime fechado. Sai de cena. Nem candidatura ao Planalto, possibilidade que já era descartada pela condição de inelegível, nem visita e presença nos palanques e muito menos gravação de vídeo para aqueles que o veneram e queriam-no tanto como cabo eleitoral.
Com Mauro Mendes (União), governador que irá renunciar para disputar o Senado, e com Otaviano Pivetta (Republicanos), vice que vai assumir o comando do Estado e buscar a reeleição, o grupo governista, com seus líderes considerados de centro-direita, não precisa mais viver sufocado, correndo atrás do PL e de Bolsonaro.
Enquanto isso, os liberais, que têm Wellington Fagundes, que hoje leva vantagem nas intenções de voto ao governo, e José Medeiros ao Senado, ficam órfãos do ex-presidente da República. O cárcere de Bolsonaro os enfraquecem. O Paiaguás acredita até na possibilidade do quadro se inverter, ou seja, do PL agora buscar composição com a dupla Mauro-Pivetta.

Faça um comentário