Polícia Penal apreende 39 celulares e 15 armas artesanais dentro de celas em presídios

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) realizou, nesta terça-feira (11), uma grande operação de revista em 33 unidades prisionais de Mato Grosso, resultando na apreensão de 39 celulares, 278 porções de drogas e 15 armas artesanais. A ação ocorreu simultaneamente em todas as unidades e mobilizou todo o efetivo da Polícia Penal. A ação integra o programa Tolerância Zero às Facções Criminosas. 

Sejus-MT

As forças de segurança encontraram ainda 23 carregadores tradicionais e um portátil, 15 chips telefônicos, 11 fones de ouvido, 18 litros de bebidas artesanais e uma balança de precisão.

Das 33 unidades em que as revistas foram realizadas, em 20 não foi encontrado nenhum material ilícito, o que mostra o resultado das ações da Polícia Penal nas unidades prisionais desde o início do programa Tolerância Zero às Facções Criminosas. 

As duas unidades com o maior número de celulares apreendidos nesta terça foram a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, e a Penitenciária Major PM Eldo de Sá Correia, a “Mata Grande”, em Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá).

Na PCE foi descoberto um novo modo de esconderijo para aparelhos celulares criado pelos reeducandos: nos pratos que os são fornecidos para a alimentação.

Foram localizados e apreendidos na unidade 21 aparelhos celulares, duas carcaças de celulares, 60 porções de drogas, oito fontes de carregadores, 12 cabos USB, dois fones de ouvido, uma balança de precisão e um carregador portátil.

Já na “Mata Grande”, onde a operação contou com a participação da cadela farejadora K9 Glock, foram encontradas 11 porções de drogas, nove celulares, sete fontes e 10 cabos de carregadores, sete chips telefônicos e sete fones de ouvido.

“O trabalho da Polícia Penal contra as facções criminosas tem sido constante e assim continuará. Um celular na mão de um preso é uma arma e pode custar muitas vidas. Então, seguiremos combatendo a entrada de equipamentos eletrônicos nas unidades prisionais por todos os meios possíveis, até chegarmos ao dia em que faremos uma operação e nenhum celular será encontrado”, afirmou o secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.

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Link da Matéria – via RD News

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