
Em entrevista na tarde desta terça-feira (22), o candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que a meta é que o Estado se especialize em contratos na saúde. Ele destacou terceirizações e parcerias e ponderou que será realizado concurso público “só se precisar”.
“Se necessário, haverá concurso público. Nós vamos, ao longo do tempo, analisando a situação. Neste momento, nós estamos a contratualizar. Fizemos o contrato no Hospital Central com a Fundação Albert Einstein, que é a melhor do Brasil no ramo. Estamos… fizemos um convénio com o Consórcio do Alto Teles Pires para o Hospital Regional de Sinop, que dá toda a transparência, controlo social, participação dos municípios”, respondeu ao ser confrontado sobre a efetivação de servidores.
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– O tema saúde é delicado em Mato Grosso e alvo de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa por contratações e pagamentos de serviços não prestados, além de suposto superfarutamento de produtos na pandemia de covid-19. As oitivas da CPI estão suspensas até o fim da campanha eleitoral.
Em sabatina no Conselho Regional de Medicina (CRM), o governador destacou os feitos de sua gestão junto a Mauro Mendes (União) desde 2019, que tem como principal legado o Hospital Central, que estava abandonado há mais de 30 anos e agora é administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein como Organização Social de Saúde (OSS).
“Temos diversos modelos de gestão e, pelo que tudo indica, estamos no caminho certo. Ouvimos os conselhos municipais de saúde de todos os municípios, temos o nosso Conselho Estadual de Saúde e estamos sempre a ouvir bastante, a falar pouco e a fazer bastante”, pontuou.
Em entrevista, Pivetta afirmou que a meta é que “o Estado cada vez mais se especialize em contratos, em comprar serviços na área da saúde em todas as complexidades. E o CRM sabe dessa nossa intenção. Nós temos transparência na gestão”, informou.
Campanha
Questionado sobre a reta final de campanha, o governador afirmou que sua prioridade é a gestão do Estado e fazer campanha “quando dá”. Ele tem participado de entrevistas e atos no interior.

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