
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) manifestou indignação diante do crime bárbaro sofrido pelo vereador Wesley Cláudio (Novo) e sua família em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), classificando o episódio como um “ato terrorista”. Durante uma caminhada de campanha realizada nesta quarta-feira (30), o candidato à reeleição reforçou a gravidade da ocorrência e exigiu uma resposta rápida das autoridades para que todos os responsáveis sejam responsabilizados.
As forças de segurança estão mobilizadas na apuração do caso, tendo efetuado a prisão de uma suspeita de dar suporte logístico e recuperado parte dos bens levados. Confiante no trabalho investigativo, o governador pontuou que a polícia dará uma resposta enérgica em tempo recorde.
“E a nossa polícia vai esclarecer isso nos próximos dois, três dias. O que nós queremos é justiça”, pontuou, após ser cobrado pelo prefeito da cidade, Cláudio Ferreira (sem partido), que afirmou nas redes sociais que “Rondonópolis não aceita a barbárie”.
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O episódio de violência incluiu três horas de tortura e agressões psicológicas e físicas contra o parlamentar e seus familiares, nesta segunda-feira (28). Para Pivetta, a situação atingiu um limite insustentável para a sociedade, levando-o a desabafar sobre o esgotamento da população diante da escalada de crimes bárbaros, que, segundo ele, “o povo não aguenta mais”.
A repercussão do caso também motivou o governador a cobrar mudanças estruturais no ordenamento jurídico nacional, apontando deficiências na legislação vigente que, em sua visão, acabam por beneficiar os infratores. Ele também ressaltou que “nossas leis são frouxas” e relembrou a brutalidade vivida pelas vítimas.
Por fim, Pivetta conectou a discussão sobre a segurança pública à necessidade de renovação política nas próximas eleições, incentivando os eleitores a escolherem representantes comprometidos com o endurecimento das penas. Segundo o candidato, o pleito se tornou uma oportunidade crucial para eleger parlamentares federais dispostos a transformar o cenário jurídico do país.
“E é hora também de eleger o Congresso Nacional, eleger senadores que tenham a coragem de mudar essas leis […] que permitem que os bandidos tenham essa tamanha ousadia. Vamos mudar isso”, concluiu.

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