PCC usou empresa de carros-fortes para transportar armas e drogas de forma discreta

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A polícia desvendou um esquema de lavagem de dinheiro operado por facções criminosas em São Paulo. Em Arujá, na Grande São Paulo, uma empresa que aparentava ser legítima no setor de carros-fortes foi utilizada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para o tráfico de armas e drogas.

 

O esquema usava carros de segurança privada para realizar atividades ilícitas sem levantar suspeitas. Durante a operação, dois veículos foram apreendidos, além de armamentos e drogas encontrados nas instalações da empresa. Até agora, ninguém foi preso.

 

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Geralmente, o processo da lavagem de dinheiro ocorre da seguinte forma: primeiro, o dinheiro sujo entra em instituições financeiras através de pequenos depósitos; em seguida, é feita a ocultação, quando são realizadas diversas transações financeiras para dificultar o rastreamento, incluindo transferências internacionais, para contas de laranjas ou até a abertura de empresas de fachada; por fim, o dinheiro é reintroduzido na economia formal, geralmente por meio da compra de imóveis, obras de arte ou investimentos em negócios.

 

Fraudes no setor de combustíveis também têm sido lucrativas para essas facções. A adulteração com metanol importado gera uma gasolina corrosiva vendida nos postos, resultando em lucros superiores aos do narcotráfico, com ganhos estimados em mais de R$ 1 bilhão.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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