Paula segue discurso de Abilio e diz que PL não precisa do MDB em MT

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A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil, endossou o discurso do correligionário, prefeito Abilio Brunini, e defendeu que o Partido Liberal não precisa ter qualquer aliança com o MDB em Mato Grosso nas eleições de 2026, por considerar que a sigla possui uma ampla capacidade de conquistar cadeiras na majoritária.

Rennan Oliveira

Estarão em disputa duas cadeiras ao Senado Federal e uma ao Governo de Mato Grosso. Neste cenário, Abilio rejeita aproximação com o MDB, acusando a sigla de ser “esquerdista” e base do presidente Lula (PT) . A chefe do parlamento cuiabano foi questiona sobre a possível aliança. Na sua resposta, indicou que a direita em Mato Grosso possui ampla capilaridade e aceitação perante o eleitorado, ou seja, não precisaria de amarras.

“O PL tem condições de ter uma candidatura própria. Se houver alianças, tem que haver essa conversa, esse diálogo. Mas, hoje, o meu posicionamento é esse. Não precisa do MDB”, comentou ela, nesta quinta-feira (11).

Conforme publicado pela reportagem do , logo após o resultado do segundo turno em Cuiabá nas eleições de 2024, o PL consolidou o comando sobre 22 prefeituras em Mato Grosso, gerenciando uma base de 1,7 milhão de pessoas , em um estado com 3,6 milhões de habitantes, seguindo dados dos IBGE. Paula citou que qualquer decisão virá da nacional, mas salientou o domínio do PL sobre as cidades-polo. 

“O PL, hoje, tem os maiores colégios eleitorais do Estado do Mato Grosso: Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e Rondonópolis. O Estado é predominantemente de direita e tem condições, sim, de ter uma chapa, uma candidatura própria. Eu acredito nisso. Mas, isso tem que ter muita conversa, muito debate, tem a nacional, tem a estadual, e não é uma pessoa só que decide. É um contexto. São vários líderes que integram o PL”, concluiu.

Rodinei Crescêncio/Rdnews

Abilio sonha com uma chapa ao Senado com o deputado federal José Medeiros (PL) e dobradinha com o hoje governador, Mauro Mendes (União Brasil). Para o Governo, existe um impasse, porque seu correligionário, senador Wellington Fagundes, quer disputar o Palácio Paiaguás, enquanto outro aliado, atual vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), também ensaia sair como cabeça de chapa. Nos bastidores, a esposa de Abilio, vereadora Samantha Iris (PL), tem sido cotada para compor como vice na chapa de Pivetta – o que poderia ser compreendido como uma “traição” ao projeto de Fagundes – que tem rejeição dentro do próprio partido.

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Link da Matéria – via RD News

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