
A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil (PL), afirmou que não carrega nenhum sentimento de derrota após a eleição de Ilde Taques (Podemos) para a próxima gestão da Casa. Em sua manifestação, a vereadora destacou o trabalho realizado ao longo de sua gestão e rebateu críticas de que sua atuação teria tornado o Legislativo municipal um “puxadinho” do Executivo.
“Quem avalia é o Plenário. O voto aqui não é um voto único, monocrático. O voto é do Plenário. O Plenário é quem decide. A gente tem que colocar isso. Nós não podemos ficar com narrativas infundadas no público. São só narrativas”, defendeu em coletiva nesta terça-feira (06) após votação unânime em favor de Taques.
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Segundo ela, a intenção agora é criar uma transição administrativa tranquila, oferecendo o suporte necessário à próxima gestão.
“Eu não fui eleita para ser presidente da Câmara. Eu fui eleita para ser vereadora. Exercer o meu mandato de vereadora. Então, para mim, está super tranquilo”, declarou, mesmo que seu grupo tenha tentado inúmeras vezes, sem sucesso, mantê-la no cargo.
Fazendo um balanço do período de um ano e dez meses à frente do comando do Legislativo, a parlamentar pontuou que buscou manter um ambiente construtivo e integrado entre todos os parlamentares.
“Desde o primeiro momento, embora os vereadores que não nos acompanharam não tenham dado voto sim à nossa chapa, eu procurei trazê-los, porque, na minha missão enquanto presidente, além da condução dos trabalhos também, eu procurei conduzir, trazendo todos os vereadores, para a gente ter um ambiente harmônico”, pontuou.
Paula Calil também enfatizou o compromisso com a valorização da instituição e dos servidores municipais, apontando que a gestão seguiu rigorosamente o Regimento Interno.
“A Câmara, enquanto instituição, [tentamos] cuidar dela como ela merece, cuidar dos servidores, dar condições para que os servidores desenvolvam o seu trabalho, assim como também as pautas que vieram para ser apreciadas aqui”, concluiu, acrescentando que todos os encaminhamentos passaram pelas comissões e pela deliberação soberana do Plenário.

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