
O vereador Mário Nadaf defende que o PV comece a ser articular visando eleger deputados estaduais nas eleições de 2026. Segundo ele, o partido não pode repetir o desempenho do pleito de 2022, quando ficou sem representação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), classificado como “catástrofe”.
Naquele ano, a Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV) elegeu somente dois deputados estaduais. São eles, Lúdio Cabral e Valdir Barranco, ambos do PT.
Gabriel Rodrigues
A situação foi diferente nas eleições do ano passado já que os três vereadores eleitos pela Federação são do PV. A lista inclui o própria Mário Nadaf e Marcus Brito Júnior, ambos reeleitos, além de Alex Rodrigues. Na suplência, ficaram os petistas Robinson Cireia, Léo Rondon e Rose Barranco.
“A gente é uma força que tem que ter unidade. Nós somos um partido muito pequeno, que não tem capilaridade em outros municípios. Vivemos com provisórias debaixo do braço. Para isso [eleger deputados estaduais] precisa ter um projeto do diretório estadual. E não se dissolver em várias candidaturas. Nós sabemos o nosso tamanho”, defendeu Mário Nadaf.
Para o vereador, que exerce o sexto mandato, senado quatro pelo PV, o diretório estadual, presidido pelo ex-vice-prefeito José Roberto Stopa, precisa se mobilizar para garantir bom resultado na próxima eleição. Com isso, avalia que uma nova “catástrofe” eleitoral seria evitada.
“Eu acho que o partido, na última eleição, foi uma catástrofe a nível estadual. Nós não conseguimos fazer nenhum deputado. Os dois, resultado bem diferente da eleição municipal, foram do PT. E aqui [Cuiabá] nós revertemos com três vereadores do PV. Ora, é preciso fazer uma campanha, restabelecer as organizações partidárias dos municípios”, completou.

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