
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) negou o pedido para investigar a conduta do vereador Rafael Ranalli (PL) por ter supostamente usado sua fala no plenário da Câmara de Cuiabá para divulgar a marca de detergentes Ypê.
Conforme apurado, não foram identificados “indícios mínimos” de improbidade administrativa nem prova de que ele tivesse a intenção de obter algum tipo de vantagem ou causar dano aos cofres públicos. Além disso, o MP pontuou que eventuais debates de natureza ético-política devem ser apurados internamente, pela Câmara Municipal.
Como noticiou o na semana passada, o vereador foi denunciado ao MP por meio de uma notícia de fato que apontava a intenção de promover a marca Ypê em um momento em que ela passava por uma crise de reputação devido à punição da Anvisa em decorrência da descoberta da contaminação de parte dos produtos.
A peça também citava que a empresa Ypê era conhecida financiadora de políticos do Partido Liberal, tendo doado cerca de R$ 1 milhão para a campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2022.

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