
Um dos suspeitos que morreram durante a Operação Acqua , deflagrada em quatro cidades de Mato Grosso nesta quinta-feira (20), Fabio Junior Batista Pires, vulgo Farrame, era braço direito do Sandro Louco, o líder do Comando Vermelho em Mato Grosso, considerado de alta periculosidade.
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Além de Farrame, morreu Gilmar Machado da Costa. Os dois teriam reagido à ação e foram atingidos por tiros durante confronto. Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
“É o homem de confiança da liderança máxima da facção. Ele era responsável por fazer algumas cobranças. Era como se fosse um braço direito. Ele atuava nesse sentido de fazer a organização dessas cobranças, inclusive a ponto de chegar em distribuidoras e tomar para si, para a organização criminosa”, disse o delegado Hércules Batista.
Segundo a investigação, em relação às lideranças, O Gaeco está identificando mais de uma posição para cada. Operação Acqua Ilícita foi deflagrada nesta quinta-feira (20) e 12 mandados de prisão foram cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande, Nobres e Sinop. Os criminosos montavam galpões clandestinos para armazenar galões e cobravam uma taxa de R$ 1 por cada venda que o comerciante fazia – além da cobrança da venda do galão.
Segundo a investigação, o esquema era muito semelhante às extorsões na venda de gás e de internet no Rio de Janeiro. Além disso, o Gaeco detectou vínculo de alvos da investigação com faccionados Rio de Janeiro , com uma movimentação de mais de R$ 15 milhões.
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