Líder na Câmara vê zelo de prefeito com gestão e rejeita pecha de “centralizador”

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O líder do prefeito na Câmara, Dilemário Alencar (União Brasil), saiu em defesa de Abilio Brunini (PL) e rejeita a pecha de “centralizador” recebida pelo liberal. Ele reconhece que, neste começo de gestão, o chefe do Executivo está atuando com “grande zelo”, querendo acompanhar todos os rumos da gestão, que iniciou em janeiro de 2025.

“Abilio tem pouco mais de 40 dias no cargo de prefeito de Cuiabá e penso que nesses primeiros meses, de fato, ele tem que estar muito atento a todas as situações”, defende, em entrevista ao , durante visita ao portal, onde também concedeu entrevista ao Rdtv Cast.

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Dilemário, que tem a missão de “defender” as matérias do Executivo no Legislativo, ressalta que Abilio recebeu um cidade completamente deteriorada financeiramente e administrativamente, demandando forte empenho.

“É natural que nesses primeiros meses ele tem que estar ali em cima de todas as situações e isso está sendo interpretado como centralizador. Eu não vejo que isso chegue a ser centralizador […] Só de dívidas, já está registrado, tem R$ 1,6 bilhão, herdou mais de 50 mil buracos. A saúde muito sucateada. As escolas, a maioria das escolas chovendo mais dentro da sala das crianças do que na parte externa. Esgoto e bueiro entupido para todo lado. Enfim, um caos [que precisa ser revolvido]”, diz.

Dilemário ressalta que o prefeito tem adotado um ritmo “desumano” de trabalho, tudo, com o desejo de recuperar as finanças e a capacidade de investimento da Capital do estado. “O Abilio está trabalhando das 6h da manhã até as 2h da madrugada. Uma jornada desumana, mas ele optou por fazer esse esforço inicial e penso que já está dando resultado”.

Recentemente, a vereadora Maysa Leão (Republicanos), intitulada “independente”, teceu críticas a Abilio e a Secretária de Educação, Solange Dias , frente ao atraso do início das aulas da rede municipal de ensino. Para ela, Dias não possuiria conhecimento da cidade, forçando Abilio a concentrar demandas que deveria ser da chefe da pasta, medida essa, que poderia atrapalhar a gestão do próprio liberal ao ter ações centralizadas. Em reservado, nos bastidores, alguns aliados também têm criticado o fato do gestor centralizar muito as decisões.

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Link da Matéria – via RD News

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