
A Justiça negou o pedido do ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD), que tentava suspender os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Fraudes Fiscais. Com a decisão, os trabalhos seguem normalmente e, na próxima segunda (22), a partir das 14h30, os ex-secretários de Planejamento, Márcio Alves Puga e Éder Galiciani serão interrogados.
Além disso, os membros da CPI requisitaram à Controladoria-Geral do Município cópia integral do encaminhamento feito ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e cópia da Nota Recomendatória expedida aos ordenadores de despesas.
CPI é presidida pela vereadora Michelly Alencar (União Brasil), que garante já ter avançado em pontos importantes sobre possíveis irregularidades na gestão financeira do município até o exercício de 2024. Secom
Vereadora Michelly Alencar preside CPI das Fraudes Fiscais
No bojo da investigação estão três relatórios, elaborados pela Controladoria-Geral do Município, apontando irregularidades como: R$ 295 milhões em despesas sem cobertura financeira; R$ 369,6 milhões em obrigações sem autorização orçamentária; e R$ 11,1 milhões em agendamentos bancários para pagamento em janeiro de 2025, após o término do mandato.
Já foram ouvidos o atual secretário de Economia Marcelo Bussiki; o controlador-geral Wesley Bucco e o ex-secretário de Fazenda Antônio Roberto Possas de Carvalho. Ainda não há previsão para o encerramento dos trabalhos.
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