Juíza mantém júri a procurador que matou sem-teto com tiro na cabeça

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A juíza Helícia Vitti Lourenço, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve decisão para submeter o ex-procurador da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Luiz Eduardo de Figueiredo Rocha e Silva, a julgamento pelo Tribunal do Júri, ainda sem data. Ele responde pela execução de Ney Muller Alves Pereira, morto com um tiro na cabeça, em 9 de abril de 2025.

 

Consta nos autos que foram apresentadas as razões recursais pela defesa de Luiz Eduardo, bem como as contrarrazões pelo Ministério Público e pela assistente de acusação. A magistrada manteve sua decisão, que era questionada pelo advogado. Agora o processo vai para a Segunda Câmara Criminal, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), após a contestação da defesa diante da decisão da magistrada.

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Conforme noticiou o , Luiz Eduardo de Figueiredo Rocha e Silva estava dentro de seu veículo Land Rover quando atirou contra Ney Muller em retaliação por ter supostamente danificado seu carro com pedras no estacionamento da conveniência de um posto de combustíveis.

 

Luiz Eduardo jantava com a família quando foi informado do fato. Posteriormente levou os familiares para casa, pegou sua arma e voltou até o local, onde iniciou uma busca pela vítima.

 

Ao encontrar Ney caminhando pela avenida Edgar Vieira, com a mesma descrição de roupas que haviam lhe narrado, o acusado reduziu a velocidade do veículo, abaixou o vidro, chamou a vítima que caminhava na calçada e, com a arma em punho, efetuado um disparo certeiro na direção do rosto de Ney Muller, que morreu no local.

 

O procurador diz ter agido em legítima defesa e narra que Ney teria partido para cima dele, movimento que não é captado pelas câmeras. Ney vivia em situação de rua após fugir de casa devido a distúrbios psiquiátricos.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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