Giulia Be vira piada ao cantar sobre ‘perrengues’ da vida adulta: ‘Só quer uma panela’

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Giulia Be resolveu cantar sobre os “dramas” da vida adulta… mas ninguém comprou muito a ideia.

 

Na noite desta quarta-feira (20), a cantora reuniu amigos, famosos e imprensa na Casa Rockambole, em Pinheiros, São Paulo, para celebrar o lançamento do EP GIULIA BE (português).

 

Durante o evento, ela apresentou faixas inéditas e contou até com a presença do marido, o advogado e ambientalista americano Conor Kennedy.

 

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Para quem não sabe, ele é filho de Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, e sobrinho-neto do ex-presidente John F. Kennedy. Ou seja: herdeiro de uma das famílias mais tradicionais — e milionárias — da política americana. 

 

Mesmo assim, Giulia decidiu apostar em uma música sobre os “perrengues” da vida adulta. A faixa “Adulta” traz versos como: “Agora eu sou adulta / Tô aqui pagando multa / Minha droga é meu sofá / Eu só quero uma panela”.

 

Será que ela precisa de ajuda para pagar as multas? O casamento no Brasil está chegando… quem sabe ela não ganha uma panelinha de enxoval, né?

 

Nas redes sociais, claro, internautas detonaram a letra e ironizaram o fato de a cantora, vista por muitos como uma “nepobaby” milionária, tentar se aproximar de problemas considerados “gente como a gente”. 

 

“Eu invento música assim tb quando tô lavando a louça”, disparou uma pessoa.

“‘Agora’ eu sou adulta, 30 anos nas costas amor”, comentou outra.

“Quando a nepobaby riquíssima quer parecer ser guerreira kkkk”, escreveu uma terceira.

“Eu no chuveiro brincando de ser cantora com 10 anos”, falou mais uma.

“A mulher casada com um Kennedy falando que só quer uma panela”, debochou outra seguidora.

 

Gente alguém dá uma panela pra Giulia Be parar de lançar música
— Chandler (@OBongChanandler) May 21, 2026

E vamos combinar? Falar sobre boletos, panela e crise existencial até poderia funcionar… se viesse de alguém minimamente próximo dessa realidade.

 

Para parte do público, a música acabou parecendo menos um relato sincero e mais uma tentativa meio forçada de parecer “gente como a gente”. Talvez fosse melhor deixar “Menina solta” quietinha mesmo… 

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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