Fechado com Fávaro, PT não deve ter nome ao Senado, indica Barranco

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O deputado estadual Valdir Barranco, que deixou a presidência do PT de Mato Grosso após oito anos, sinalizou que o partido não deve ter  nome próprio na disputa ao Senado nas eleições de 2026, centrando todo o apoio na pré-candidatura de reeleição do ministro da Agricultura e Pecuária, senador licenciado Carlos Fávaro (PSD). Ele chegou a ser cotado para disputar o Governo de Mato Grosso, mas tem reiterado sua preferência na lutar para manter sua cadeira na senatória.

 Barranco compartilhou que o PT não pretende rachar votos em Mato Grosso, devido ao cenário do eleitorado que se mostra bem mais consolidado como centro e centro-direita, sendo assim, é necessário atuar com estratégia.

Caroline De Vita/Assessoria

“Nós já temos isso como decisão, que o Fávaro é o nosso candidato. E a gente tem que centrar fogo nisso. Toda a estratégia nossa tem que ser para garantir a eleição de um, pois se a gente não pensar assim, acaba dividindo e prejudicando. Por isso,  que eu tenho dito que provavelmente a candidatura ao Senado será o Fávaro”, indicou Barranco, apostando na força do ministro, que recebeu a missão de “pacificar o agronegócio”.

Mesmo com duas vagas ao Senado em disputa, Barranco vê mais chances do grupo focar em um projeto, por isso, o PT não deve indicar nomes, mas deve deixar aberto o espaço dentro da Federação para o PV se manifestar. Ele pontuou ainda que embora o nome da atual presidente do PT no estado e diretora da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rosa Neide, tenha boa aceitação, seu projeto será de retornar à Câmara Federal.

Em 2022, Rosa Neide foi a mais votada de Mato Grosso, com cerca de 124 mil votos , mas não foi reeleita devido a falta de quociente – quando um partido não atinge o número mínimo de votos necessários para conquistar uma cadeira, que era de mais de 160 mil votos. A ideia é construir uma chapa fortalecida para estadual e federal, garantindo permanência de duas cadeiras na Assembleia Legislativa e retorno ao Congresso Nacional.

Link da Matéria – via RD News

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