Família desconfia de possível homicídio contra pescador

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Antônio Carlos Pim, 58, está desaparecido desde a última quarta-feira (14) após sair para pescar no Rio Sepotuba, em Cáceres (225 km a Oeste). Familiares do homem suspeitam que o caso possa não estar relacionado a um afogamento e levantam a hipótese de crime.

 

Segundo relatos da família, Antônio tinha um desentendimento antigo com um vizinho da região, que, conforme informado, possuía armas de fogo e já teria feito ameaças de morte contra ele.

 

Ainda de acordo com familiares, o clima de tensão era tão grande que Antônio e a esposa chegaram a deixar a região anteriormente por conta do conflito com o homem.

 

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A esposa contou que o vizinho também costuma pescar na mesma área onde Antônio desapareceu. Apesar das suspeitas levantadas pela família, até o momento não há confirmação de envolvimento do homem no desaparecimento.

 

Antônio foi visto pela última vez por volta das 07h30 da manhã de quarta-feira, quando saiu para pescar sozinho. Desde então, não retornou para casa e nem deu notícias.

 

Moradores da região chegaram a realizar buscas por conta própria, mas não conseguiram localizar o pescador.

 

O Corpo de Bombeiros, por meio da 2ª Companhia Independente Bombeiro Militar, iniciou as buscas na sexta-feira (15), na região do Assentamento Barranqueira das Cobras e do Sítio Pé de Cedro, em Porto Estrela.

 

Durante os trabalhos, equipes realizaram varreduras no leito e nas margens do Rio Sepotuba com embarcações e jet skis. No sábado (16), moradores localizaram uma caixa de pesca e um remo pertencentes à vítima, objetos posteriormente reconhecidos pela esposa e pelo filho de Antônio.

 

Já no domingo (17), os bombeiros intensificaram as buscas após perceberem um forte odor em pontos próximos ao rio. Árvores chegaram a ser cortadas para facilitar as averiguações, mas nenhuma vítima foi localizada. Apenas uma garrafa contendo iscas foi encontrada durante a operação.

 

Nesta segunda-feira (18), as equipes seguem em campo no quarto dia consecutivo de buscas, concentrando os trabalhos nos locais indicados por moradores, familiares e vestígios encontrados ao longo da operação.

 

O caso também é investigado pela Polícia Civil.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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