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Após polêmica e crítica de professores sobre vídeo a respeito de “folga” em algumas escolas e creches nesta quinta-feira Santa (17), o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) gravou um novo vídeo no qual sai em defesa dos docentes.
“O professor não tem culpa. A culpa é da administração, a culpa é dos sindicatos que fizeram parte deste processo e a culpa também é um pouquinho do conselho sim, porque o conselho poderia rejeitar qualquer orientação de colocar o descanso no dia 17, que não é feriado e não é ponto facultativo”, afirma o liberal – assista
Em seguida, Abilio explica que, ainda no ano passado, a gestão Emanuel Pinheiro (MDB) definiu o calendário de feriados e pontos facultativos. A secretaria de Educação então encaminhou às escolas como seria o calendário eletivo, que precisa ter ao menos 200 dias letivos conforme preconiza a Lei de Diretrizes e Bases da educação (LDB).
Abilio reclama que a legislação prevê o mínimo, mas que isso não impede que a gestão ofereça mais dias. “O professor não ganha por dia de aula, ele ganha por mês. A escola não paga por dia de aula, a escola paga por mês a todos os profissionais da educação. Contudo, o Sintep e o sindicato de empreendimentos (SINTRAE-MT) aprovaram, em convenção coletiva, que na quinta-feira não tem aula, mas não é uma obrigação de seguir, é uma recomendação, não somos obrigados a seguir”, frisa.
Ainda segundo ele, no começo do ano, foi solicitada a revisão do calendário, em razão do atraso no início das aulas, mas a equipe da secretaria de Educação, à época sob Solange Dias, não observou a folga prevista em emenda. “Minha secretaria de Educação falhou e manteve o dia 17 como dia de folga. Nós vamos fazer uma revisão do calendário escolar – esse dias de emenda não podem trazer prejuízo aos pais, vamos rever essa situação. Quero dizer aos professores, a culpa não é do professor”.
Neste sentido, Abilio voltou a ressaltar que a “folga” nas escolas prejudica os pais que precisam trabalhar e não têm com quem deixar os seus filhos. “Não, a escola não é lugar para deixar o filho, a escola é lugar para educar o filho. Mas, o pai que vai trabalhar deixa o seu filho em segurança na escola para ser educado e cuidado. Isso mesmo, escola também cuida da criança”, argumenta. Em seguida, sustenta que determinou a sua equipe
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