
O deputado federal de segundo mandato Juarez Costa, que aparece nas pesquisas como o mais cotado na corrida à Câmara, decidiu, estrategicamente, “cozinhar o galo” até março sobre seu futuro partidário.
Aos colegas emedebistas, ele assegura que continuará na legenda, tanto que passou a fazer parte do novo diretório regional, como secretário-geral. Mas, ao mesmo tempo, mantém firme o acordo com a cúpula do Republicanos para se filiar ao partido do vice-governador Otaviano Pivetta.
Como parlamentar de um partido considerado da base do Governo Lula, Juarez não quer criar conflitos e nem dificultar acesso aos Ministérios em Brasília na busca de recursos, convênios e projetos. Saindo do MDB e aderindo ao Republicanos, que é de oposição, tende a encontrar portas fechadas.
Por enquanto, os dois partidos têm Juarez na lista de pré-candidatos e consideram-no um puxador de votos, com expectativa dele superar a 100 mil votos. Com Juarez, o MDB garantiria uma vaga. Já o Republicanos acha que faz dois se Juarez estiver na chapa.

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