
Os chamados direitistas conservadores Antonio Galvan (DC) e Zé Medeiros (PL) se articulam para disputa ao Senado
Em busca de ampliação de poder, a chamada direita, apostando na identificação e simpatia de 60% da população mato-grossense para com esse espectro político, sonha em conquistar as duas cadeiras em disputa ao Senado nas urnas do próximo ano.
Como cada eleitor votará em dois para o Senado, os conservadores se articulam por uma campanha casada de Zé Medeiros (PL), ex-senador e hoje deputado federal de segundo mandato, e Antonio Galvan (DC), ex-presidente da Aprosoja Brasil e que teve boa votação para senador em 2022.
O mote é propagar que ambos são de direita, conservadores, aliados do ex-presidente Bolsonaro, carregando na ponta da língua o bordão “Deus, Pátria, Família e Liberdade”.
As duas vagas em jogo serão abertas com o encerramento dos mandatos de Jayme e Fávaro, enquanto Wellington prossegue no Senado até 2030. Além de Medeiros e Galvan, são cogitados para a corrida ao Senado Janaina Riva (MDB), Mauro Mendes (União), Rosa Neide (PT), Pedro Taques, que deve se filiar ao PSB, e o próprio Fávaro.

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