
Jornalista e perito judicial, identificado pelas iniciais C.N., foi alvo de um mandado de busca e apreensão dentro da investigação que apura o assassinato do advogado Renato Nery. A ordem judicial foi cumprida pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no bairro Santa Cruz.
Conforme divulgado pela assessoria de imprensa da Polícia Civil, o alvo mora em um condomínio no bairro. Lá, as equipes fizeram busca e apreenderam alguns pertences. Segundo a investigação, o homem está envolvido na alteração de documentos e no assessoramento a escritórios de advocacia.
Investigação apontou ainda que, 15 dias antes dos policiais serem presos pelo crime, o C.N. teria ligado para a mandante do crime – já presa – para providenciar dinheiro para custear advogados para defender os policiais.
Investigações
A primeira etapa do inquérito policial que apura o homicídio de Renato Nery foi concluída no dia 09 de maio, com o indiciamento do caseiro de uma chácara em Várzea Grande e um policial militar como envolvidos diretamente na execução do crime.
Os dois foram indiciados pelo crime de homicídio qualificado pela promessa de recompensa e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
As investigações da DHPP identificaram um casal, moradores do município de Primavera do Leste, como mandante do crime. A motivação do crime foi uma disputa de terra.
O homicídio
Renato Nery morreu aos 72 anos, atingido por disparos de arma de fogo, no dia 5 de julho do ano passado (2024), na frente de seu escritório, na capital. A vítima foi socorrida e submetida a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas morreu horas depois do procedimento médico.
Desde a ocorrência, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do advogado.

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