Deputados federais de MT criticam STF e apontam anistia como última saída

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), formou maioria de 4 a 1 para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete réus por tentativa de Golpe de Estado e outras crimes, mas atraiu para si críticas dos deputados federais por Mato Grosso, José Medeiros (PL), Nelson Barbudo (PL) e Coronel Assis (União Brasil), que são aliados dos bolsonaristas. 

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Nas redes sociais, Assis compartilhou um trecho do julgamento, apontando “Suprema Perseguição” da corte contra Bolsonaro: “Cármen Lúcia não individualiza uma conduta, não apresenta uma prova. Gente que nunca se falou virou “organização criminosa”. Discurso virou prova. Narrativa virou fundamento jurídico”.

Para Barbudo, o julgamento contra Bolsonaro e os outros 7 reús foi conduzido de forma parcial e com cunho revachista, da parte do relator, ministro Alexandre de Moraes, compreendido pelos bolsonaristas como sendo o algoz do ex-presidente. Em publicação nas redes o parlamentar teceu críticas ao ministro.

“Nunca houve imparcialidade nesse julgamento! É nítido que se trata de uma perseguição política e pessoal. Bolsonaro está sendo condenado com base em vingança e ódio por ele”, sinalizou.

Com maioria de 4 a 1 pela condenação que pode levar todos os réus para a cadeia, Medeiros apontou que a última saída será a anistia, elemento que “manterá” a democracia em pé. Ele alega ainda faz relação com a condenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tornou Bolsonaro inelegível até 2030, por abuso de poder político pela reunião com embaixadores para apontar “falhas” nas urnas eletrônicas. Além disso, Medeiros defende que não prova que ligue Bolsonaro ao referido plano de Golpe de Estado.

“A anistia é a último suspiro da democracia no Brasil! O maior líder político do país foi deixado inelegível por um motivo que até hoje ninguém entendeu e o povo agora aguarda um áudio sequer ou algo que caracteriza uma ordem de Bolsonaro para qualquer ato antidemocrático… Não há! É tudo uma farsa, uma inegável perseguição política”, completou.

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Link da Matéria – via RD News

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