Deputados cobram mais efetivos na segurança das fronteiras e no combate a facções

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No 1º Congresso Internacional de Segurança na Fronteira (CISFAL), representantes do estado cobraram por mais efetivos nas forças de segurança do país. Entre elas estão o Grupo Especial de Fronteira (GEFRON), o Exército, a Aeronáutica, a Força Nacional e a Marinha. Promovido pela Assembleia Legilstiva de Mato Grosso (ALMT), o evento que teve início nesta quarta-feira (17), no Teatro Zulmira Canavarros, será encerrado na quinta-feira (18). 

Patrícia Sanches

A cobrança política é feita em meio a discussão do combate ao tráfico de drogas internacional e nacional e a repressão das facções criminosas, que atuam nas fronteiras entre países e estados. Por vias aéreas, fluviais e terrestres, drogas da Bolívia, por exemplo, atravessam Mato Grosso, rota e porta de entrada do tráfico, e chegam a estados como Rio de Janeiro e São Paulo. 

Para o deputado estadual, Elizeu Nascimento, do Partido Liberal (PL), presidente da Comissão Parlamentar de Segurança Pública, “o Governo Federal que tem sido omisso em relação a colocar as forças armadas, a aeronáutica para combater essas pequenas aeronaves [com drogas], o exército para combater os traficantes que passam de carro, passam a pé e a marinha para combater essas embarcações”.  

Para o parlamentar, o enfrentamento a esse tipo de crime passa pelo aumento das forças de segurança, sobretudo, a GEFRON, responsável pelas fronteiras do Brasil. Mato Grosso, por exemplo, só com a Bolívia, possui uma extensão fronteiriça de 730 km. Mas, como acredita Nascimento, apesar do trabalho especializado, o GEFRON não consegue combater todos os traficantes devido a falta de efetivo.

Conforme o deputado federal, policial militar e um dos principais autores dessa discussão, Coronel Assis (União Brasil), representantes e autoridades presentes no evento devem levar a ata final “até o presidente da comissão de segurança pública, a partir daí ela vai ser destrinchada, talvez em vários projetos de lei, talvez em um grande pedido de informação, requerimento de informação ao próprio ministro Lewandowski, ao próprio presidente Lula, eu acho que nós temos que cobrar o governo federal”. 

Com a participação de representantes da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o evento oficial deve elaborar uma ‘ata recomendatória’ para levar a discussão até o Governo Federal. A ideia é sensibilizar o governo Lula para ampliar os postos de segurança nas fronteiras

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Link da Matéria – via RD News

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