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Advogado criminalista Valber Mello ressalta inocência de cliente
A defesa de um empresário do ramo de distribuidora de bebidas – patrocinada pelos advogados Valber Mello, João Sobrinho e Matheus Correia – rebateu a Polícia Federal e negou qualquer envolvimento do cliente com um suposto esquema de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Nesta semana, um veículo de luxo foi apreendido no âmbito da Operação Extractus II para ressarcimento futuro dos prejuízos causados ao erário. Para a defesa, os crimes imputados são equivocados.
“O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, em manifestação de 8 de setembro, afastou a acusação de organização criminosa por falta de provas, destacando que não existe qualquer vínculo pessoal ou funcional entre L. e os demais investigados, além de relações estritamente comerciais”.
Durante a primeira fase da operação, as investigações revelaram que narcotraficantes de diversas regiões do país remetiam quantias milionárias a intermediários já presos preventivamente. Esses valores seriam repassados para distribuidoras de bebidas investigadas, sob a justificativa de aquisição de grandes volumes de mercadorias.
Na segunda fase, as diligências reforçaram o conjunto probatório, permitindo à PF comprovar a inexistência de documentação fiscal correspondente aos depósitos, a ausência de comprovantes de entrega das bebidas supostamente compradas e que as empresas adquirentes não existiam de fato.
No entanto, os advogados do empresário, um dos investigados, alegam que o cliente possui um vasto histórico de atuação legítima no ramo de distribuição de bebidas, sem qualquer participação com o crime organizado. “Empresário com mais de 20 anos de atuação no setor de distribuição de bebidas, administra hoje 11 lojas do ramo em Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Brasília, sem que jamais tenha sido apontada qualquer irregularidade em suas atividades”, assegura a defesa.
Nota
A defesa do empresário vem a público esclarecer informações recentemente divulgadas que o associaram, de forma equivocada, a crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, em manifestação de 8 de setembro, afastou a acusação de organização criminosa por falta de provas, destacando que não existe qualquer vínculo pessoal ou funcional entre L. e os demais investigados, além de relações estritamente comerciais.
Em 9 de janeiro de 2025, a juíza Fernanda Kobayashi determinou o arquivamento de investigação fiscal contra as empresas, reconhecendo a inexistência de dívidas tributárias e a regularidade das operações, em consonância com entendimento do Supremo Tribunal Federal.
Empresário com mais de 20 anos de atuação no setor de distribuição de bebidas, administra hoje 11 lojas do ramo em Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Brasília, sem que jamais tenha sido apontada qualquer irregularidade em suas atividades.
A defesa reforça que o empresário sempre colaborou com as autoridades, apresentou toda a documentação solicitada — incluindo notas fiscais de compra e venda — e confia que a verdade será restabelecida em breve pela Justiça.
Valber Melo, João Sobrinho, Matheus Correia
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