
Atualizada às 10h05 – A sessão, presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, que estava marcada para começar 9h já está uma hora atrasada. A transmissão ainda não começou pelo canal oficial do TJMT.
Representam a acusação os promotores do Ministério Público Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva.
À imprensa, a defesa do coronel do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, acusado de ser mandante do crime, afirmou que ele é “preso político” e que ele sequer conhecia a vítima.
O júri
Começa na manhã desta terça-feira (28), no Fórum de Cuiabá, o júri popular de Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, acusados de envolvimento no assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto em dezembro de 2023.
Os 3 respondem por homicídio qualificado por promessa de recompensa, recurso que dificultou a defesa da vítima, emprego de arma de fogo de uso restrito e concurso de pessoas.
Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Antônio Gomes da Silva é apontado como o autor dos disparos que mataram o advogado.
Já Hedilerson Fialho Martins Barbosa, integrante do Exército e instrutor de tiro, teria atuado como intermediário do crime, sendo responsável por contratar o executor e fornecer a arma utilizada na execução.
O coronel do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é acusado de financiar o homicídio.
O crime
Roberto Zampieri, de 56 anos, foi assassinado na noite de 5 de dezembro de 2023, em frente ao escritório onde trabalhava, no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá. Ele estava dentro de uma caminhonete Fiat Toro quando foi surpreendido pelo atirador e atingido por diversos disparos de arma de fogo.
Segundo a investigação do Ministério Público, o crime teria sido motivado por uma disputa de terras avaliada em R$ 100 milhões. A denúncia aponta Anibal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo como os mandantes do assassinato. Ambos também respondem por homicídio qualificado em processo separado.

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