Comandante

Imagem

 

Em que pese os extremistas no PL em Mato Grosso, o comando do partido, dificilmente, sairá do controle do senador Wellington Fagundes. É tanto que o atual presidente estadual, Ananias Filho, é uma indicação do parlamentar, ambos são antigos aliados. Outro nome forte na sigla é José Marcio Guedes, homem de confiança de Fagundes, mas uma decepção na sua estreia nas urnas com apenas 2.498 votos para deputado estadual.

 

Comandante II

Há outro fator que é a confiança do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, em Wellington Fagundes, correliginário de décadas. O senador, aparentemente, levou de boa a infidelidade das principais lideranças do seu partido na corrida ao Palácio Paiaguás. Diz ter respeito pela escolha de cada um. Isso é que pode se chamar de resiliência.

Na cola de Max

Max Russi tem na sua ‘cola’ duas bancadas que também miram a Mesa Diretora. Parlamentares do PL e do Republicanos já deixaram mais do que evidente que querem estar na próxima gestão da Casa. Certamente, não será fácil uma composição com tanta gente de olho nos principais cargos da direção do Legislativo.

Bancadas

Mesmo com a segunda maior votação para a Assembleia Legislativa, Lúdio Cabral (PT) não consegue, diante da ampla bancada de direita eleita e reeleita, fazer frente ao projeto de Max Russi para seguir no comando do Poder Legislativo. De outro lado, como o Podemos de Max fez a maior bancada, uma grande articulação, junto ao Paiaguás, deverá ser feita para manter a ampla base governista.

 

El presidente

Presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Pode), não quer fazer pressão e muito menos ser pressionado quando se trata da eleição para a Mesa Diretora, mesmo que o seu projeto seja o de continuar à frente do Legislativo. Por hora, o parlamentar, mais votado, tenta tirar a atenção para não ser cobrado e ainda analisa o melhor cenário para composição da próxima gestão.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*