
Com a sinalização favorável do PP de fusão com o União Brasil, o deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) acredita que o grupo poderá fazer de 7 a 8 cadeiras na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nas eleições de 2026, quando estarão 27 vagas disponíveis.
A manifestação do PP foi aprovada e comunicada pelo presidente nacional da sigla, senador pelo Piauí Ciro Nogueira. Agora, cabe ao presidente do União Brasil, Antônio Rueda, dar seguimento às tratativas. Segundo Botelho, o cenário se torna muito favorável para as eleições do próximo ano: “Nós vamos fazer uma chapa muito forte”.
Rodinei Crescêncio
“Eu vejo [essa fusão] como muito positivo para nós. Eu gostaria que fossem também os Republicanos, eu acho que ficaria melhor aqui para nós dentro do estado. Mas ficou com o PP, já está de bom tamanho e nós vamos fazer uma chapa aqui para eleger 7 ou 8 deputados estaduais”, sinalizou o parlamentar.
Dentro da atual legislatura, o União Brasil possui 5 deputado estaduais, enquanto o PP, tem apenas 1. Se os seis disputarem à reeleição, deixa o grupo menos atrativo para outras lideranças que possam surgir. Para as eleições, se de fato, se concretizar a união, os partidos deverão apresentar 28 nomes à disputa.
Além das articulações para o Legislativo estadual, Botelho compreende que a fusão não deve impactar negativamente a construção para o projeto de Governo do Estado e Senado. “A discussão majoritária é uma outra discussão. Isso aí envolve a liderança, envolve os candidatos e envolve uma coligação ampla de partidos para eleger um próximo governador”.
Por fim, o parlamentar reiterou a aliança entre PP e Republicanos tem horizonte mantido, de centro-direita, sem qualquer tipo de contaminação com um viés ideológico de esquerda: “Eu só acho que o União Brasil está bem no centro-direita e o PP está no centro, não tem nada de esquerda aqui. É centro-direita”.

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