Botelho cita promessa e desafia Abilio a ter coragem para assumir Santa Casa

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O deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) defende que o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) assuma a gestão da Santa Casa de Misericórdia para evitar que o hospital feche após a inauguração do Hospital Central, que deve absorver boa parte dos atendimentos. “Porque o prefeito [Abilio] não vai lá e tem coragem de assumir a Santa Casa? Por que vai cobrar só do Governo do Estado e não cobra as prefeituras também? Hoje todos têm que fazer a sua parte. Está todo mundo assim. Não funciona, joga para o Estado. Tem que ter responsabilidade”, dispara em entrevista à imprensa, ao ser questionado sobre as articulações para evitar o fechamento do hospital.

Rodinei Crescêncio

Botelho, que disputou a Prefeitura de Cuiabá sem sucesso no ano passado, ressalta que Abilio, que saiu vitorioso, prometeu assumir a Santa Casa em seu plano de governo. O deputado frisa que Abilio tem dito que está economizando R$ 100 milhões por mês e que recursos poderiam ser direcionados para a Santa Casa. “Na época da campanha, ele copiou todo o meu plano de governo. Ele falava que ia assumir a Santa Casa. Ele falava que ia colocar lá uma instituição e agora está jogando: ‘não é responsabilidade minha. Tem que assumir. Olha o programa dele de governo. Na campanha ele falou que ia assumir a Santa Casa. Agora não tem interesse, não aguento”, critica Botelho.

Apesar das críticas, Botelho reconhece que o governo estadual, sob Mauro Mendes (União Brasil)  também precisa participar. Neste sentido, assegura que tema vem sendo tratado com governador e que há a expectativa de que se chegue a uma alternativa. Perguntado sobre a sugestão do deputado estadual Júlio Campos (União Brasil), de que os deputados devem ter coragem para mudar o orçamento ,  alerta que se o governo não quiser executar, a Assembleia não terá como obrigar. “No final das contas, o governo tem que executar”.

Leilão da Santa Casa

O primeiro leilão do prédio da Santa Casa, promovido pela Justiça do Trabalho para quitação de dívidas trabalhistas com ex-funcionários, com lance inicial de R$ 78 milhões, não teve interessados. O segundo deve ter valor reduzido para cerca de R$ 50 milhões.

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Link da Matéria – via RD News

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