
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), aprovou nesta quarta-feira (17), uma moção de repúdio para para o jornalista e escritor, Eduardo Bueno, o peninha, que foi “cancelado” nas redes sociais por comemorar a morte do ativista americano, Charlie Kirk, enquanto discursava no campus da Universidade Utah Valley, nos Estados Unidos, na semana passada. A moção é de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL). Reprodução
Eduardo Bueno e Charlie Kirk
No documento, Cattani sinalizou que Peninha tratou a morte de Kirk com sarcasmo e de maneira desrepeitosa, ao desumanizar o americano, desta forma, considera que houve o extrapolamento dos limites da liberdade expressão. A polêmica começou quando Peninha apontou que a morte do ativista seria boa para suas filhas, em meio às críticas, chegou a se retratar, mas apontou um ataque coordenado da direita.
Kirk era um dos principais entusiatas do presidente americano, Donald Trump, e era conhecido pela retórica inflamada, com comentários racistas, homofóbicos e xenofóbicos. O deputado mato-grossense ainda endossou o pedido de repúdio citando que Peninha também atacou o também falecido, Olavo de Carvalho, o “guru da direita”, no sentindo de que sua nota de falecimento seria uma “nota dez”.
Cattani ainda cita uma entrevista de Peninha para o apresentador Rafinha Bastos, onde teria minimizado o ataque contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), às vésperas das eleições presidenciais de 2018.
“Tais manifestações, somadas, não constituem mera crítica contundente, mas sim pregações de intolerância, desumanização do adversário e celebração da violência, condutas que devem ser firmemente repelidas por esta Casa Legislativa, guardiã do pluralismo político, da dignidade da pessoa humana, da liberdade de consciência e de expressão com responsabilidade”, justificou o deputado.
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