
A proteção de crianças com a proibição da presença em Carnaval e Parada da Diversidade voltou a ser tema de discussão na Câmara de Cuiabá, esta semana.
O argumento é que tais eventos erotizam e expõe as crianças a conteúdo sexual prejudiciais à segurança e desenvolvimento.
Contudo, tais discursos ignoram que dados da realidade, onde grande parte da violência sexual cometida contra menores ocorre dentro de casa e tem como autores familiares ou pessoas próximas.
Os dados de estupro de vulneráveis constam no Anuário da Violência, já os projetos que vetam os eventos populares não citam levantamentos.

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