Antes mesmo de migrar ao Podemos, Max articula chapas

Imagem

Mesmo sem ter oficializado sua migração partidária, por escolha própria até abertura da janela partidária, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), já atua como um dos principais articuladores do Podemos no Estado. Cotado como o próximo presidente estadual da sigla, trabalha na montagem das chapas e na formatação da estratégia eleitoral para o pleito de 2026.

 

O foco, segundo Russi, é organizar as disputas proporcionais, especialmente a escolha para Câmara Federal, que tende a ser uma das mais acirradas da eleição, diante do alto quociente eleitoral, que deve ser mais alto que a última eleição. 

Leia também – Senador do PL alfineta Pivetta; ‘sou casado com minha mulher há 50 anos’

Para a imprensa, Max mencionou alguns dos nove nomes cotados para compor a chapa federal:

 

Silvio Rangel, presidente Federação das Indústrias de Mato Grosso  (FIEMT)

Marcos Ritella, ex-candidato a governador

Altemar Lopes, vice-prefeito de Rondonópolis

Mário Lemos, secretário municipal em Tangará da Serra

Gisa Barros, vereador por Várzea Grande
Fernando Gorgen, ex-prefeito de Querência

 

A intenção, segundo ele, é construir um grupo competitivo, mas ainda faltam peças, especialmente mulheres, exigência da legislação eleitoral. “Estamos montando o time, faltam algumas peças. Serão necessários cerca de 250 mil votos para eleger um federal. O quociente vai crescer, e precisamos trabalhar por uma chapa forte”, pontuou. 

 

Além da articulação política, Russi chama atenção para o cenário mais técnico da disputa: o aumento do quociente eleitoral, que, na avaliação dele, vai elevar a dificuldade para partidos médios conquistarem vagas.

 

“O não aumento prejudica porque modifica o quociente. Para deputado estadual, o mínimo será de 82 mil votos para eleger um. Teremos dificuldades, afinal, se o quociente aumenta, será preciso mais votos. Já vi alguns desanimarem e desistirem”, avaliou.

 

Nos bastidores, lideranças avaliam que o ingresso de Russi na sigla deve fortalecer o grupo e reposicionar o partido no cenário das eleições de 2026, já que atualmente o Podemos segue sem representatividade. 

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*