Ambulâncias do Samu abandonadas no Adauto Botelho geram revolta

Imagem

Uma denúncia encaminhada ao acendeu o alerta para a situação de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estariam paradas e se deteriorando no pátio do Hospital Adauto Botelho, na região do Coxipó, em Cuiabá. O caso levanta questionamentos sobre a destinação dos veículos e o possível desperdício de patrimônio público em meio à demanda permanente por reforço na saúde.

 

Segundo o denunciante, o número de ambulâncias abandonadas no local aumentou nos últimos meses. No início, eram cerca de oito veículos estacionados na área. Agora, a estimativa é de que aproximadamente 20 unidades estejam no pátio, sem uso aparente e expostas à ação do tempo.

 

A cena, de acordo com o relato, tem causado indignação em quem acompanha de perto a situação. Em trecho da denúncia enviada à reportagem, o morador Wilson resumiu o sentimento de preocupação diante do cenário: “Começaram com oito ambulâncias, hoje tem umas vinte abandonadas ali, se deteriorando”.

 

O acúmulo dos veículos em uma unidade pública de saúde chama atenção não apenas pelo aspecto de abandono, mas também pelo que ele simboliza. Ambulâncias são equipamentos essenciais no atendimento de urgência e emergência, e vê-las fora de circulação, sem informações claras sobre manutenção, reaproveitamento ou baixa oficial, reforça a cobrança por explicações dos órgãos responsáveis.

 

Além do impacto visual e da sensação de descaso, a situação pode indicar falhas na gestão da frota pública, sobretudo se os veículos ainda tiverem possibilidade de recuperação ou aproveitamento. Para moradores da região, o cenário contrasta com a realidade enfrentada por quem depende diariamente da rede pública de saúde.

 

Diante da denúncia, cabe esclarecimento por parte das autoridades competentes sobre a origem das ambulâncias, as razões para que estejam estacionadas no local e se existe previsão de retirada, manutenção ou destinação adequada dos veículos.

 

O outro lado

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*