
O ex-ministro e ex-deputado federal por seis mandatos, Aldo Rebelo (MDB), avaliou o nome da deputada estadual Janaina Riva (MDB) como uma excelente opção para representar Mato Grosso no Senado Federal. Ele esteve em Cuiabá, nesta sexta-feira (08), para participar do evento “O Brasil Precisa Pensar o Brasil”, promovido pela Fundação Ulysses Guimarães.
Janaina tem se colocado à disposição para disputar uma das duas cadeiras ao Senado que serão abertas pelo estado mato-grossense nas eleições de 2026. Neste cenário, Aldo considera que a parlamentar tem uma qualificações e postura para representar o estado na senatória: “Tenho certeza de que ela reúne todas as condições para disputar essa vaga”.
AMM
“Além da idade, é preciso observar a atitude e a postura de quem pretende ocupar uma cadeira de representação popular. Em segundo lugar, a experiência: Janaina já teve mandatos e foi vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Ela tem vivência político-partidária e uma visão clara sobre o papel de Mato Grosso no país. A representação no Senado é, por excelência, a representação do estado”, afirmou em entrevista ao podcast Tudo Menos Política.
Rebelo destacou ainda o profundo conhecimento da deputada sobre os desafios do estado e sua capacidade de contribuir para solucionar os principais gargalos de Mato Grosso. “Nesse caso, a juventude é mais uma vantagem, porque traz uma visão moderna e contemporânea dos desafios ao desenvolvimento do estado. E isso exige alguém com energia, talento, força e vontade”, emendou.
Durante o evento, Aldo também abordou o papel estratégico de Mato Grosso na economia brasileira e na produção de alimentos em escala global. Janaina foi uma das palestrantes e trouxe à discussão temas como as desigualdades regionais e de gênero. Na ocasião, ela propôs a criação de um Índice Nacional de Direitos das Mulheres (INDM) buscando transformar dados apurados em ações efetivas.
“O INDM é uma ferramenta inovadora que alia diagnóstico e política pública, transformando dados em ação. Sua força está na possibilidade de mudar a cultura orçamentária brasileira, condicionando os recursos à efetividade — e não apenas à formalidade — das ações voltadas às mulheres”, defendeu. (Com Assessoria)

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