Abilio rebate PGR e diz que denúncia por injúria contra Érika é infundada

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O prefeito diplomado Abilio Brunini (PL) rebateu a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta injúria proferida contra a deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP), em julho do ano passado, durante sessão da CPI Mista dos Atos Golpistas. A fala de Abilio, que na época era deputado federal, não chegou a ser captada pelos microfones, mas foi testemunhada por parlamentares presentes na sessão. Vinicius LouresCâmara dos Deputados

Futuro prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini teve passagem marcante pela Câmara de Deputados

Em dois anos como deputado federal, Abilio teve uma passagem marcada por confusões, todas, de maneira “justificada”, de que teria sido eleito para incomodar a “esquerda”. Inicialmente, aliados de Érika acusavam Abilio de transfobia. Ele teria dito que Érika estaria oferecendo serviços de prostituição, entretanto, Abilio nega.

“Eu sei que houve um processo da Érika comigo na CPMI do dia 8. A Polícia Legislativa não identificou nehuma acusação, foi para Comissão de Ética e não houve nenhuma acusação. Eu acho que não há fundamento em nenhuma dessas acusações. Claro que é natural que existe um fan clube da Érika Hilton e que esse fan clube torce para buscar algum tipo de ação política para tentar atacar a gente, mas nada do que foi dito ali é firmado como verdade”, disse.

A parlamentar é a primeira mulher trans a comandar uma bancada na Câmara dos Deputados, pela Federação  PSOL-Rede.  A denúncia foi enviada ao STF na semana passada e distribuída à ministra Cármen Lúcia, que  determinou a realização de audiência no dia 22 de janeiro para oferecer a possibilidade de acordo de transação penal, que permite encerrar o processo mediante o pagamento de multa ou cumprimento de alguma outra medida. Esse tipo de acordo só é permitido em crimes com pena máxima de dois anos.

Caso Abilio não concorde com um acordo, o STF deve analisar se transforma o caso em uma ação penal. O crime de injúria prevê pena de detenção de um a seis meses.

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Link da Matéria – via RD News

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