Abilio confirma ‘climão’ com líder e diz que apoio para Paula é apenas ‘sugestão’

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), confirmou que a relação entre ele e seu líder de governo na Câmara Municipal, Dilemário Alencar (União) tornou-se “climão”, principalmente após vir á publico afirmar que defende a reeleição da atual presidente da Casa, Paula Calil, na condução da Mesa Diretora.

 

Dilemário é um dos possíveis candidatos à presidência, assim como Ilde Taques (Podemos), e não escondeu o descontentamento com Brunini. Como o noticiou, há poucos dias o próprio vereador chegou a sugerir a entrega do cargo de líder, por falta de “lealdade”.

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Em entrevista à imprensa nesta terça-feira (14), Abilio reconheceu que o parlamentar tem razão em suas críticas e afirmou que ainda não teve oportunidade de conversar pessoalmente com ele. No entanto, defende que não interfere diretamente na eleição da Mesa, já que a decisão cabe exclusivamente aos vereadores, e que sua manifestação pública em apoio à reeleição da presidente Paula Calil (PL) foi apenas uma sugestão.

 

“Ele tem razão, Dilemário está certo. Mas, não tivemos oportunidade de conversar pessoalmente. Mas, se encontrá-lo direi que ele tem razão. Eu só dou sugestões e eu falo mais pela imprensa do que com os próprios vereadores sobre esse tema. Acontece que, às vezes, o meu palpite na imprensa acaba influenciando algumas discussões lá. Inclusive, acaba gerando até mesmo um desconforto pra mim”, disse.

 

O prefeito defendeu novamente a importância de uma mulher ser reeleita presidente da Câmara pela primeira vez na história da Capital, mas afirmou que a decisão caberá diretamente aos vereadores.

 

“Eu já disse o que poderia ser feito, agora é com os vereadores. Seria muito bom que nós tivéssemos pela primeira vez na história do município de Cuiabá uma presidente mulher reeleita”, completou.

 

Por fim, o prefeito reafirmou que não tem como “trabalhar” diretamente pela reeleição de Paula, já que não vota no processo, e que a definição da Mesa Diretora dependerá exclusivamente da articulação interna da Câmara.

 

“Só se eu virar vereador e votar, pô. O que eu posso fazer é sugerir e conversar com os vereadores, dando palpite, dicas, mas a decisão é deles”, concluiu.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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