Serviços médicos atraem comunidade do Vila Arthur

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Com a proposta de levar cidadania, inclusão e entretenimento para perto da comunidade, o projeto Viva o Seu Bairro (VSB), do Grupo Gazeta de Comunicação, reuniu moradores de diferentes regiões neste sábado (16), no miniestádio do bairro
Vila Arthur, em Várzea Grande. Unindo diversão e solidariedade em um mesmo espaço, a programação começou às 15
horas com os atendimentos sociais gratuitos ao público, e diversão para a criançada.

Entre os primeiros a chegar, estavam Mauro Gomes, 74, e Maria Aparecida de Barros, 64. Eles se adiantaram ao evento
para garantir uma senha no exame optométrico. “Chegamos meio-dia e já tinham 12 pessoas na frente”, contou Mauro, que demonstrava ansiedade para passar pela avaliação. Maria, que já faz uso de óculos, relatou que sente cada vez mais dificuldade para enxergar de perto. “Acredito que preciso trocar a lente”.

Mauro conta que buscou o exame pensando na renovação da Carteira Nacional de Habilitação. Ele já passou por cirurgia de
catarata há alguns anos, mas ainda enfrenta limitações na visão. “Quero uma avaliação para ter certeza de como está a saúde dos meus olhos”.

Segundo a funcionária da ótica Black Jones, Naira Jandira de Paula, a expectativa era atender 50 pessoas. Ela destacou que os moradores que não conseguissem atendimento no evento terão a chance de realizar o exame gratuitamente em outra data. Além disso, explicou que será feita uma análise para identificar casos mais vulneráveis para doação de óculos, e para
os demais, os valores dos óculos serão oferecidos a preços reduzidos.

Entre os parceiros está também a Oncolog, que ofereceu consultas com o médico mastologista Luciano Florisbelo. Ele atendeu cerca de 20 mulheres.

“Foram encaminhadas para exames de mamografia, sem custos, mulheres acima de 40 anos que há mais de um ano não realizam o procedimento, além daquelas que apresentaram necessidade clínica. É fundamental conscientizar a população sobre a importância da prevenção, esse tipo de projeto aproxima a comunidade e pode salvar vidas”.

 

Entre as pacientes atendidas estava Antônia da Silva Almeida, 62 anos. “Não me lembro a última vez que fiz uma mamografia. O médico me examinou, disse que não havia nenhuma anormalidade, mas me encaminhou para o exame. Fiquei aliviada e achei muito importante ter esse atendimento gratuito no meu bairro”.

 

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Link da Matéria – via Gazeta Digital

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