Medo da PF aparecer, ironiza Abilio sobre não se encontrar com ex-prefeito – vídeo

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), ironizou o convite do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), afirmando que não queria se encontrar com ele devido ao medo da Polícia Federal aparecer, fazendo referência a inúmeras operações policiais que marcaram seus 8 anos à frente do Palácio Alencastro. Ambos trocam farpas devido ao bloqueio de recursos, por falta de transparência dos valores empregados na gestão emedebista.

Emanuel não teria prestado conta de mais de R$ 10 milhões de emendas pix, destinado pelos deputados federais Emanuelzinho (MDB), Professora Rosa Neide (PT) e do senador Jayme Campos (União Brasil). Por conta da falta de transparência de emendas anteriores destinadas na gestão passada, R$ 5,7 milhões estão bloqueados.

Fotos: Rodinei Crescêncio

Abilio esteve em Brasília para tentar resolver a situação no início desta semana . No mesmo dia, Emanuel também desembarcou na Capital Federal e o convidou para reunião, visando sanar as dúvidas. No entanto, Abilio não compareceu. Questionado sobre a situação, o atual prefeito tratou de ironizar. “Eu tenho medo de estar em uma reunião com ele a Polícia Federal aparecer. Então é melhor a gente evitar reuniões com ele, deixa o Pedro Taques fazer isso [que se encontrou com Emanuel em Brasília]”, disparou, em entrevista nesta quinta-feira (7).

Segundo Abilio, os valores das emenda foram depositadas em conta específica de convênios, contudo, foram transferidas para a Conta Única da Prefeitura, mecanismo que centraliza todas as receitas do município, perdendo-se a rastreabilidade. O uso dessas emendas pode ter infringido a Emenda Constitucional 105/2019, que proíbe expressamente a aplicação de emendas parlamentares no pagamento de salários, encargos ou dívida pública.

Deste modo, Abilio defende que os órgãos de controle, como Ministério Público, Tribunal de Contas da União (TCU), Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), acionem Emanuel judicialmente para sinalizar onde os recursos teriam sido empregados, caso contrário, deve ser responsabilizado. A Procuradoria Geral do Município já instaurou um processo administrativo para apurar a possível má destinação dos recursos.

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Link da Matéria – via RD News

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